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Entrevista de Emprego

Pesquisa da Ricci RH aponta um aumento no número de profissionais ainda trabalhando, mas em busca de recolocação

Pesquisa da Ricci RH aponta um aumento no número de profissionais ainda trabalhando, mas em busca de recolocação

Escrito por | Coaching, Dicas, Entrevista de Emprego

Segundo o Gestor de Carreiras, Claudio Riccioppo, em suas pesquisas, afirma que atualmente existe um aumento no número de profissionais empregados que continuam em busca de recolocação e progressão no mercado de trabalho. Isso se dá porque viemos de um longo período de demissões e redução salarial. Já em 2018 o mercado iniciou uma pequena melhoria no cenário de empregabilidade, fazendo com que, por exemplo, vagas antes se procrastinavam para serem fechadas e duravam meses “nas mãos” dos selecionadores.

Atualmente, ocorreu uma pequena melhoria, e esta já faz com que profissionais (que na época da crise tiveram que submeter a salários muito baixos) já iniciem um processo de análise de oportunidades a fim de retornar ao seu patamar anterior, ou pelo menos algo intermediário.

Pela mesma crise, muitos empregados ficaram anos sem um crescimento profissional, pois a empresa mais lutava para mantê-lo empregado e não o perder, do que pensar em talvez promovê-lo. Logo, esses profissionais estagnados por algum período, hoje como já sentem essa inicial melhoria no mercado e buscam novas oportunidades (mesmo que seja apenas para ter algo em mãos antes de negociar com seu atual contratante).

Uma dica importante é: cuidado para não tentar fazer as duas coisas (trabalhar e buscar recolocação profissional), pois você pode não ter tempo para fazer as duas com excelência e acabar não conseguindo sucesso em ambas, ficando sem o atual e um novo emprego. Se você não tem tempo para fazer isso bem feito e não sabe como fazer da melhor maneira, deixe a cargo de um Gerente de Carreiras especialista, de sua confiança, que este sim terá tempo integral para atender à sua nova expectativa, permitindo o sucesso no seu trabalho.

Ressalto também que nestas novas entrevistas de recolocação, o profissional deve tomar cuidado para não “falar mal da sua atual empresa” para esta, pois se você está saindo dela, a probabilidade de acontecer o mesmo ao sair da próxima será evidente – pensa assim, o recrutador.

Siga mais dicas no site:

https://www.claudioriccioppo.com/dicas-profissionais

Cinco atitudes e erros na busca de recolocação de mercado

Cinco atitudes e erros na busca de recolocação de mercado

Escrito por | Dicas, Entrevista de Emprego

Estar desempregado é sempre uma situação desagradável para qualquer profissional. Entretanto, se desesperar ou ficar se lamentando não ajuda em nada, e só dificulta a sua recolocação no mercado de trabalho. Por isso, nesse momento, é importante preparar o terreno e investir em si próprio para permitir que o mercado lhe absorva novamente.

Por isso, neste texto falaremos sobre 5 atitudes que vão acelerar o seu processo de recolocação no mercado. Confira!

1 – Investimento em Marketing Pessoal

Uma empresa só contrata um trabalhador se percebe nele o potencial para agregar valor para os processos do empreendimento. E a melhor forma de fazer isso é cuidar da própria imagem, se mostrando socialmente como um profissional com potencial de crescimento, empenho e inovação. Para isso, o marketing pessoal funciona muito bem.

Tenha perfis sérios nas redes sociais, cuidado com suas opiniões polêmicas e posicionamentos. Crie um perfil no LinkedIn e comece a publicar ou compartilhar conteúdo de relevância profissional, a fim de criar uma boa reputação e uma boa imagem pública para seus possíveis empregadores.

2 – Invista em bons relacionamentos pessoais

Ainda que você não goste do lugar onde trabalhou anteriormente, é sempre importante manter contatos saudáveis de todas as empresas pelas quais você tenha passado. Convide para tomar um café ou almoçar. Fale sobre emprego, carreira, perspectivas, enfim: invista em um relacionamento de honestidade, respeito e amizade com seus ex-colegas.

Ao se fazer lembrar de maneira amigável e afetiva, você pode contar com a convocação de amigos e seus ex-colegas em uma oportunidade de emprego, fazendo com que esse relacionamento se torne em vagas de trabalho no futuro. Não se trata de ser interesseiro, mas sim, ajudar e ser ajudado.

3 – Participe de eventos de sua área de atuação

É muito importante se fazer presente em eventos da sua área de atuação profissional, mesmo que você esteja desempregado. Congressos, summits, feiras e outros eventos do tipo costumam contar com a presença de profissionais que são referência em seu setor.

Estes acontecimentos são ótimas oportunidades para fazer contatos profissionais e ter bons papos com pessoas inspiradoras de sua área, que podem dar ótimas ideias sobre, caso não seja possível se recolocar no mercado, até mesmo empreender e sair da situação de desemprego.

4 – Dedique tempo à elaboração de um currículo de qualidade

O currículo é a primeira coisa a ser avaliada por um possível empregador. Ele precisa ser claro, conciso, mostrar o potencial do trabalhador e evidenciar as suas melhores qualidades. A precisão nos dados é fundamental, mas, além disso, uma boa diagramação com um design leve, moderno e agradável pode fazer a diferença para a sua contratação. Por isso, dedique um bom tempo para selecionar e dispor as informações em seu CV.

5 – Invista em assessoria de carreira

A assessoria de carreira ajuda o profissional a se portar de forma mais adequada e atraente para os empregadores, além de auxiliá-lo a tomar as melhores decisões para que sua carreira decole ou volte para os trilhos. Esse investimento em você mesmo pode ser a sua melhor escolha para curto, médio e até mesmo longo prazo.

 

Se realocar no mercado pode ser um grande desafio para profissionais, o mercado está evoluindo de forma cada vez mais rápida e os contratantes esperam algumas coisas de seus possíveis candidatos. Por isso, vamos ver 5 erros cometidos por profissionais principalmente seniores no momento de se recolocar no mercado.

1 – Não ter um perfil no LinkedIn

As redes sociais tradicionais já estão cada vez mais sendo usados como forma de recrutamento. É uma maneira de conhecer um pouco da personalidade do funcionário, antes mesmo que ele entre em contato direto com a sua empresa, e tentar entender se ele está de acordo com a cultura do ambiente.

Imagine agora uma rede social voltada para o lado profissional? Esse é o LinkedIn. É uma rede social que age como um currículo moderno, em que você pode fazer conexões com outros profissionais, exibir o seu histórico de trabalho e até mesmo publicar artigos sobre a sua especialidade de modo atrair recrutadores. É uma ferramenta fundamental.

2 – Não trabalhar bem o currículo

Como dito anteriormente, o mercado está mudando. Tudo fica cada vez mais ágil e os recrutadores não gostam mais de perder tempo e lidar com informações desnecessárias.

O currículo é um grande exemplo. Esse documento deve ser bem curto e direto, trazendo apenas informações importantes sobre o seu histórico profissional e informações de contato. Não destaque apenas a sua trajetória e deixe bem claro suas maiores conquistas e como você pode ajudar.

3 – Não fique apenas esperando

A competitividade do mercado significa que dificilmente seu telefone irá ficar tocando, com diversas ofertas de emprego. Existe muita gente procurando.

Por isso, é preciso se movimentar. Trabalhos voluntários são uma maneira de se destacar, e fazer com o seu trabalho fique mais facilmente reconhecido. Publique trabalhos, escreva artigos sobre o que te interessa e sobre o que você entende bem. Lembre-se, é preciso que apenas uma pessoa tenha interesse pelo seu trabalho.

O networking também é importantíssimo para conseguir se reposicionar no mercado. As recomendações são fundamentais e os recrutadores dão muito mais peso a candidatos que são conhecidos de funcionários ou ex-funcionários.

Amizade de trabalho é parte do trabalho, por isso, acione todos os seus contatos e procure saber o que eles andam fazendo ou se sabem de alguma oportunidade.

De qualquer forma, seja sempre proativo na busca.

4 – Não subestime a tecnologia

As funções mudam de acordo com o tempo, assim como a forma que elas são feitas. Atualmente, existem diversas soluções que facilitam muito o trabalho e elas não são seu adversário, pelo contrário. Aprender como usá-las, em combinação com o seu conhecimento e experiência, significa uma característica que muitos poucos candidatos irão ser capaz de oferecer.

Estar estagnado nos conhecimentos é uma forma de ficar para trás.

5 – Fique atento à atitude

Por fim, é preciso gerenciar muito bem a atitude, especialmente na hora das entrevistas. Ao conversar com um recrutador mais jovem, subestimá-lo ou se achar superior pela sua qualidade do trabalho e pela sua experiência, pode fazer com que a interação seja péssima.

É preciso se policiar muito, pois, mesmo que isso tudo seja verdade, passar a impressão de arrogância e superioridade significa que provavelmente você não vai conseguir o emprego. Humildade é uma excelente qualidade.

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Aprenda a mostrar seu nível de inglês através do seu currículo e como e quando colocar foto nele

Escrito por | Dicas, Entrevista de Emprego

A briga por empregos nunca esteve tão ferrenha. A quantidade cada vez maior de profissionais qualificados que procuram uma mesma vaga significa que cada vez mais os detalhes são importantes e podem fazer a diferença. Pequenas preocupações que há pouco tempo seriam insignificantes hoje podem ser uma vantagem – até mesmo um diferencial ou um detrimento. Um dos aspectos que sempre deixa muitas dúvidas no momento de compor um currículo é o uso de fotos.

Quando colocar fotos no currículo?

De uma maneira geral, não é necessário colocar fotos no currículo, a menos que o recrutador deixe explicitamente claro que é para fazê-lo. Como praticamente todos têm LinkedIn, ou pelo menos Facebook, se ele quiser realmente ver os possíveis funcionários, irá procurar na rede social mais relevante.

Em certos casos bem específicos, como recepcionistas, representantes de vendas e promotores, a foto pode ser um diferencial até mesmo para a vaga, já que ajuda a transmitir um pouco do carisma necessário para cumprir melhor esse trabalho.

Porém, algumas regras devem ser respeitadas. Em primeiro lugar, fotos descontraídas, como na praia ou em churrasco, podem ser justificadas como “me mostra como uma pessoa legal”, mas absolutamente não pertencem a um currículo profissional e devem ser evitadas a qualquer custo. Deixe esse tipo de foto para o Facebook.

Apesar de tudo, a foto não é proibida e pode ser incluída. A foto nunca irá ser o ponto principal do currículo e toda a atenção deve ser dada primeiramente as suas capacidades e habilidades, que irão ser a maior forma de se vender. Porém, se você tiver o interesse, nada impede que a foto seja usada como um pequeno complemento e uma forma de se conectar com o recrutador.

Nesse caso, é preciso alguns cuidados para fazer da forma correta.

Como colocar fotos no currículo?

As fotos no currículo têm o mesmo objetivo de qualquer outro aspecto deste documento: te apresentar como um profissional.

O primeiro passo para isso é ser discreto. Evite acessórios chamativos como bonés, óculos escuros, joias ou maquiagem.

Já em relação a imagem, o fundo pode ser branco. Usar imagens recortadas de outras redes sociais ou de situações que não se encaixam com o objetivo primário pode indicar uma preguiça ou descaso que o recrutador certamente não irá gostar de ver.

O mesmo se aplica a qualidade da foto. Fotos mal tiradas, com baixa resolução e luminosidade não adequada devem ser completamente evitadas. O seu currículo é a sua apresentação e a falta de qualidade, em qualquer aspecto, é algo que você não quer associado a ele.

O sorriso não é proibido e eventualmente até ser recomendado. Este pode revelar uma simpatia e gerar uma conexão com o recrutador que pode ser um pequeno diferencial. Como dito acima, cada detalhe pode fazer a diferença.

Já as roupas devem ser sóbrias, e de preferência refletir o que será usado no dia a dia do trabalho. Isso pode até mesmo ajudar o recrutador a te imaginar cumprindo a função.

 

Então no momento de preparar o currículo o uso das fotos deve ser evitado a menos que o recrutador peça ou que tenha alguma relação com a vaga. Mesmo assim, quando forem colocadas, devem ser sempre da maior qualidade e ter o objetivo de vender o candidato como um profissional apto ao trabalho.

Você sabe que as habilidades linguísticas, especialmente as habilidades no idioma inglês, são importantes para sua carreira – e você investiu na melhoria de sua fluência. Então, qual é a melhor maneira de apresentar suas habilidades no currículo?

POR QUE CERTIFICAR É IMPORTANTE
A primeira coisa que você deve entender é a importância de certificar suas habilidades no idioma com um teste padronizado. Como o mundo se tornou mais digital, o processo de candidatura seguiu o exemplo. Isso tornou muito mais fácil a candidatura a empregos, mas também significa que os gerentes de contratação estão agora se afogando em currículos. A certificação de suas habilidades ajuda a remover quaisquer dúvidas sobre o seu nível de idioma que, de outra forma, poderiam colocá-lo na pilha de “não”. A certificação faz você se destacar de outros candidatos e aumenta a visibilidade do seu currículo. O LinkedIn revelou que adicionar habilidades certificadas ao seu perfil aumenta as visualizações em até 600%.

ESCOLHENDO UMA CERTIFICAÇÃO DE IDIOMA
A escolha de um teste padronizado para certificação de idiomas pode ser um desafio, dependendo do idioma, pois pode haver vários testes disponíveis. Para os propósitos do seu currículo, a principal coisa que você quer considerar é o quão academicamente rigoroso é o teste. Um teste de baixa qualidade não avaliará suas habilidades corretamente, e colocá-lo em seu currículo não fará você parecer um candidato sério. Por esse motivo, faz sentido manter testes desenvolvidos por organizações internacionais que usam especialistas em avaliação de idiomas.
Outra consideração importante é obviamente prática, custo e conveniência. Os testes certificados mais sérios custam mais de 200USD por sessão de teste e só podem ser feitos em datas específicas.

COLOCANDO SUAS HABILIDADES LINGUÍSTICAS CERTIFICADAS EM SEU CURRÍCULO
Depois de ter certificado de suas habilidades no idioma, você deseja apresentar sua pontuação em um formato que seja fácil de entender. É recomendado incluir o nome do teste, sua pontuação e um descritor de nível (por exemplo, Intermediário), caso os empregadores não estejam familiarizados com o sistema de classificação de cada exame. Isso deixa claro que você certificou suas habilidades e mais fácil para um empregador entender seus resultados.

E SE VOCÊ NÃO TIVER CERTIFICAÇÃO?
Você ainda pode se encontrar em uma situação em que não possui certificação de idioma. Isso é especialmente verdadeiro para outros idiomas além do inglês, onde não há testes gratuitos e de alta qualidade disponíveis. Nesse caso, sua melhor opção é fazer referência a uma das escalas de classificação desenvolvidas por órgãos governamentais e fazer uma autoavaliação. Na Europa, a escala de classificação padrão é denominada CEFR e, nos EUA, existem dois padrões: ACTFL e ILR. Você pode encontrar as escalas de classificação padrão e as ferramentas de autoavaliação, geralmente apresentadas como uma lista de instruções de tarefas, na maioria dos idiomas. Use as ferramentas de autoavaliação para determinar seu nível em cada idioma que você fala. Certifique-se de incluir um descritor de nível também.

INCLUINDO OUTRA EXPERIÊNCIA LINGUÍSTICA RELEVANTE
Se você tem experiência significativa trabalhando ou estudando em um idioma estrangeiro, inclua isso além da sua certificação em seu currículo. Por exemplo:

  • 5 anos de experiência trabalhando com clientes que falam inglês
  • 1 ano de imersão no ensino médio no Japão

Provar que você usou com sucesso uma linguagem no contexto é sempre impressionante para um futuro empregador.

QUANDO NÃO INCLUIR COMPETÊNCIAS LINGUÍSTICAS NO SEU CV
Há momentos em que pode fazer sentido deixar suas habilidades linguísticas fora de seu currículo.

Nível iniciante: geralmente não faz sentido incluir habilidades de linguagem quando você está em um nível iniciante. Você não poderá trabalhar efetivamente nesses idiomas, e incluí-los no seu currículo faz com que você pareça menos sério. A exceção é se você tiver um interesse pessoal em aprender muitos idiomas e incluí-lo em uma seção “Hobbies” ou “Interesses pessoais” em vez de na seção “Competências linguísticas” do seu currículo.

Cargos muito altos: Nos níveis mais altos de senioridade em organizações internacionais, o inglês proficiente é assumido. Nesse caso, colocar suas habilidades em inglês no seu currículo é supérfluo.

SEJA HONESTO
Ao escrever seu currículo, é importante mostrar seu melhor lado e não ter medo de apresentar suas realizações. Por causa disso, as pessoas às vezes são tentadas a exagerar suas habilidades. No entanto, não ser sincero sobre suas habilidades linguísticas sempre o prejudicará em um contexto profissional. Mesmo se você conseguir uma entrevista usando uma declaração falsa, o gerente de contratação descobrirá na entrevista, ou você será descoberto no primeiro dia de seu novo emprego, e é improvável que você mantenha o cargo posteriormente.
Se você está preocupado com o fato de suas habilidades linguísticas não serem boas o suficiente, invista em algum treinamento de idiomas ou experimente alguns dos muitos recursos gratuitos disponíveis online. Em uma entrevista, você pode dizer a um empregador sobre sua educação contínua – os empregadores geralmente ficam impressionados com os candidatos que fazem um esforço ativo para melhorar suas habilidades.

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5 erros para evitar em uma entrevista de emprego

Escrito por | Entrevista de Emprego

Na hora de fazer uma entrevista de emprego, diversas questões são avaliadas, além da sua qualificação e de suas experiências. O seu comportamento importa, da mesma forma que a maneira como se comunica é relevante.

Mesmo assim, muitos profissionais ainda falham em alguns pontos nesse momento crucial, o que leva à perda de ótimas oportunidades.

Para evitar que isso aconteça, a melhor decisão é conhecer quais são os erros que precisam ser evitados a todo custo nos processos seletivos. Entre os mais importantes, estão:

1. Chegar atrasado para a entrevista de emprego

Qualquer empregador, mesmo aqueles em que a vaga tem horário flexível, deseja que seus colaboradores sejam comprometidos e responsáveis. Ao chegar atrasado ao encontro, essa ideia é extinta automaticamente.

Como tudo é marcado com certa antecedência, atrasar-se é quase como dizer que não se importou o bastante para se planejar e chegar na hora.

A única exceção é se tiver acontecido algum imprevisto realmente grave, como um bloqueio das vias de acesso ou algum acidente pessoal que levou à perda de tempo.

2. Não pesquisar previamente a empresa ou a vaga

Preparar-se para uma entrevista de emprego não significa, apenas, planejar quais serão suas respostas para as prováveis perguntas que surgirão. Essa etapa também deve incluir a preocupação em saber quem é o negócio e o que ele procura de seus colaboradores.

Ao não conhecer quais são os produtos e processos de uma empresa ou ao não entender corretamente as atribuições de uma vaga, você soará despreparado.

Além de tudo, é uma forma de demonstrar desinteresse no processo seletivo, contando pontos contra a sua atuação.

3. Mentir sobre qualificações, experiências ou comportamento

Como, normalmente, o recrutador faz algumas questões cruciais sobre experiência, proficiência em idiomas ou perfil de comportamento, muitos candidatos mentem nesses momentos.

É o caso de quem diz que está disposto a viajar a trabalho, mesmo não se dando bem com a tarefa, somente para conseguir a vaga. Ou o candidato dá informações imprecisas ou dúbias na tentativa de enganar o recrutador.

Trata-se de um grande erro porque, na maioria dos casos, as mentiras são descobertas rapidamente — um teste oral de inglês, por exemplo, já demonstra a falta de conhecimento.

Além disso, conferências após essa etapa e mesmo depois da contratação podem apontar as desonestidades, comprometendo sua credibilidade.

4. Não saber se comunicar corretamente

Uma das questões mais importantes de qualquer entrevista de emprego é a comunicação. Mesmo com um currículo impecável, se não souber conversar e não tiver desenvoltura, provavelmente não conseguirá se posicionar como a melhor contratação.

Dentro desse erro, estão falhas comuns como falar com gírias ou de modo informal, desviar o rumo da conversa para o âmbito pessoal e até se focar demais nos pontos errados, como o dinheiro.

Além de tudo, falar em excesso ou falar muito pouco também fazem com que você não seja bem visto.

5. Deixar de questionar o empregador

Por mais que a avaliação seja a respeito do candidato, é esperado e desejado que ele faça perguntas para quem o entrevista. Isso demonstra interesse no processo, proatividade e capacidade de manter a comunicação fluida.

Ao apenas responder ao que é perguntado, você passa a ideia de ser meramente reativo, o que não é desejado. Além de tudo, perde a oportunidade de compreender se a vaga é adequada às suas expectativas e de explorar pontos a seu favor.

Ao reconhecer e evitar esses erros em uma entrevista de emprego, você ficará muito mais próximo de conseguir a vaga tão desejada. Assim, fique atento ao seu comportamento e elimine-os por completo para não correr riscos.